quarta-feira, 6 de abril de 2016

Filosofia 9º ano (Tema 1 - Aula 3).

TEMA 1 Filosofia e cidadania.

Aula 3 Cidadania e indivíduo
(ou individualismo).

A animação “Man” (Homem), de Steve Cutts faz sérias e coerentes críticas a postura do ser humano com relação ao espaço em que ele vive, pensando principalmente nos interesses pessoais acima do bem estar comum (social e da natureza). Assista ao vídeo e pensaremos sobre o assunto.

Assista ao vídeo:

Filosofia 8º ano (Tema 1 - Aula 3).

TEMA 1 - Ideologias políticas: Socialismo, Anarquismo e Liberalismo.

Aula 3 – Ideologias políticas x Postura individualista dos seres humanos.

Quando pensamos em qualquer tema utilizamos da nossa subjetividade para classificar o que entendemos por certo e errado, justo ou injusto, verdadeiro ou falso. Sendo assim tudo o que pensarmos para o conjunto social passará diretamente pelos nossos interesses pessoais, e o mesmo ocorre com as ideologias políticas, já que elas estão fixas nos manuscritos e são interpretadas e aplicadas de acordo com interesses pessoais de indivíduos, ou grupos, dominantes do poder político vigente.
Assista ao vídeo e pense sobre a postura individualista dos seres humanos com relação ao planeta:

terça-feira, 5 de abril de 2016

Filosofia 7º ano (Tema 1 - Aula 3).

TEMA 1 – Desigualdade social
(Estrutural e ideológica).

Aula 3 – A desigualdade é estrutural (ou natural do homem)? Ela parte do poder?

Uma das características marcantes do ser humano é a busca pelo poder, que nada mais é do que possuir força física, ou moral, para influencias e, ou, subjugar outros seres. Mas será que a busca por poder pode gerar a desigualdade social? A desigualdade parte, ou pode partir da busca pelo poder? Ou é resultado da afirmação do poder de uns sobre os outros?

Assista ao vídeo:

Filosofia 6º ano (Tema 1 - Aula 3).

TEMA 1 - Filosofia Reflexiva e Crítica

Aula 3 – O ser humano, pensamento individual e coletivo.

Assista ao vídeo:

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Filosofia 9º ano (Tema 1 - Aula 2).

TEMA 1 – Filosofia e cidadania.

Aula 2 – A cidadania.

Cidadania é o exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais estabelecidos na constituição. Uma boa cidadania implica que os direitos e deveres estão interligados, e o respeito e cumprimento de ambos contribuem para uma sociedade mais equilibrada. Exercer a cidadania é ter consciência de seus direitos e obrigações e lutar para que sejam colocados em prática.
O conceito de cidadania também está relacionado com o país onde a pessoa exerce os seus direitos e deveres. Assim, a cidadania brasileira está relacionada com a Constituição.
A Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988, pela Assembleia Nacional Constituinte, em seus artigos 5º e 6º estabelece os deveres e direitos do cidadão, tais como:
·         Deveres do cidadão: Votar para escolher os governantes; Cumprir as leis; Educar e proteger seus semelhantes; Proteger a natureza; Proteger o patrimônio público e social do País.
·         Direitos do cidadão: Direito à saúde, educação, moradia, trabalho, previdência social, lazer, entre outros; O cidadão é livre para escrever e dizer o que pensa, mas precisa assinar o que disse e escreveu; Todos são respeitados na sua fé, no seu pensamento e na sua ação na cidade; O cidadão é livre para praticar qualquer trabalho, ofício ou profissão, mas a lei pode pedir estudo e diploma para isso; Os bens de uma pessoa, quando ela morrer, passam para seus herdeiros.
Ética e cidadania são dois conceitos fulcrais na sociedade humana. A ética e cidadania estão relacionados com as atitudes dos indivíduos e a forma como estes interagem uns com os outros na sociedade.
O conceito de cidadania tem se tornado mais amplo com o passar do tempo, porque está sempre em construção, já que cada vez mais a cidadania diz respeito a um conjunto de parâmetros sociais.
A cidadania pode ser dividida em duas categorias: cidadania formal e substantiva.
·         Cidadania formal: Referente à nacionalidade de um indivíduo e ao fato de pertencer a uma determinada nação.
·         Cidadania substantiva: Caráter mais amplo, estando relacionada com direitos sociais, políticos e civis.
O sociólogo britânico T.H. Marshall afirmou que a cidadania só é plena se for dotada de direito civil, político e social.
(visto e adaptado em 13/02/16)

QUESTÕES

1.      A partir dos estudos e do seu entendimento explique o que significa ser:
a.      Um cidadão:
b.      Um bom cidadão:
c.       Um mau cidadão:
d.      Um cidadão brasileiro:

2.      “O sociólogo britânico T.H. Marshall afirmou que a cidadania só é plena se for dotada de direito civil, político e social”. Comente essa afirmação.

3.      Sobre os direitos e deveres do cidadão impostos na constituição de 1988, art. 5º e 6º, é possível dizer que todas elas buscam o bem estar do cidadão e da sociedade brasileira? Justifique.

Filosofia 8º ano (Tema 1 - Aula 2).

TEMA 1 - Ideologias políticas: Socialismo, Anarquismo e Liberalismo.

Aula 2 – Anarquismo.

Movimento político que defende a anarquia, ou seja, a supressão* de todas as formas de dominação e opressão vigentes na sociedade moderna, dando lugar a uma comunidade mais fraterna e igualitária, fruto de um esforço individual a partir de um árduo trabalho de conscientização.
O anarquismo é frequentemente apontado como uma ideologia negadora dos valores sociais e políticos prevalecentes no mundo moderno como o estado laico, a lei, a ordem, a religião e a propriedade privada.
A palavra anarquismo é adaptada do grego ánarkhos, cujo significado é, aproximadamente, "sem governo". No Brasil, a ideologia foi introduzida no final do século XIX pelos imigrantes europeus, principalmente os italianos e espanhóis, e foi influente até o final da Segunda Guerra Mundial.
As origens do movimento derivam da concepção individualista dos direitos naturais, defendida por John Locke. Para o filósofo inglês, haveria um contrato voluntário acordado entre indivíduos iguais em direito e em deveres.
Os anarquistas e os liberais foram os primeiros a extrair das ideias de John Locke profundos implicações políticas, isso no final do século XVIII, quando surge um movimento anarquista estruturado, como uma corrente política autônoma e com seguidores em todo mundo.
Entre os seus teóricos contam-se pensadores como: William Godwin (1773-1836), P.J.Proudhon (1809-1865), Bakunine (1814-1870), Kropotkin (1842-1921) e Silva Mendes (1867-1931).
Os anarquistas se caracterizaram pela pouca inclinação à constituição de grandes organizações, formando grupos dispersos, porém, lutando basicamente em torno de seis ideias:
Direitos fundamentais dos indivíduos. Todo indivíduo é único e possui um conjunto de direitos naturais que não podem ser posto em causa por nenhum tipo de sociedade que exista ou venha a ser criada.
Ação direta, conceito que rejeita o sistema de representação, ressaltando o valor da ação direta do indivíduo na realidade social.
Crítica aos preconceitos ideológicos e morais. Os anarquistas entendiam que era imprescindível destruir todas as condicionantes mentais que possam impedir o indivíduo de ser livre e de se assumir como tal.
Educação libertária. A educação é um processo de emancipação dos indivíduos, e por esta via podiam lançar as bases de uma nova sociedade.
Auto-organização. Embora recusem qualquer forma de poder, a maioria dos anarquistas estabelece organizações próprias, que devem, contudo, ser resultado de uma ação consciente e voluntária dos seus membros, mantendo uma total igualdade de forma a impedir a formação de relações de poder.
Sociedade global. Um dos grandes ideais anarquistas é a constituição de uma sociedade planetária que permitisse a livre circulação de pessoas ou o fim das guerras entre países.
(visto e adaptado em 13/02/16)

QUESTÕES

1.      Podemos classificar o anarquismo como movimento político de libertinagem (ou vandalismo)? Comente sua resposta.

2.      Em que pontos as ideias anarquistas poderiam contribuir para a nossa sociedade atual? Comente sua resposta.

domingo, 3 de abril de 2016

Filosofia 7º ano (Tema 1 - Aula 2).

TEMA 1 – Desigualdade social
(Estrutural e ideológica).

Aula 2 – Desigualdade de gênero e etnia no mercado de trabalho.

O mercado de trabalho brasileiro está marcado por persistentes desigualdades de gênero e raça e esse é um aspecto que deve ser levado em conta nos processos de formulação, implementação e avaliação das políticas públicas em geral, e, em particular, das políticas de emprego, inclusão social e redução da pobreza.
As diversas formas de discriminação estão fortemente relacionadas aos fenômenos de exclusão social que originam e reproduzem a pobreza. São responsáveis pela superposição de diversos tipos de vulnerabilidades e pela criação de poderosas barreiras adicionais para que pessoas e grupos discriminados.
A taxa de participação das mulheres no mercado de trabalho brasileiro continua aumentando, mas ainda está marcada por uma forte diferença em relação à taxa de participação dos homens. Também persistem importantes diferenciais de remuneração no mercado de trabalho brasileiro relacionadas ao sexo e à etnia das pessoas.
Os rendimentos das mulheres são sistematicamente inferiores aos dos homens, inclusive quando comparamos níveis similares de escolaridade. Por hora trabalhada, as mulheres recebem, em média, 21% a menos dos homens, e os trabalhadores negros de ambos os sexos recebem em média a metade do que recebem o conjunto dos trabalhadores brancos de ambos os sexos (Aproximadamente 45% do homem branco). Por sua vez, as mulheres negras recebem 61% a menos.
Por mês, essas diferenças são ainda mais acentuadas: as mulheres recebem em média 66% do que recebem os homens, os negros 50% do que recebem os brancos, e as mulheres negras apenas 32% do que recebem os homens brancos.
A divulgação sistemática de dados e estatísticas desagregadas por sexo e etnia tem contribuído de forma muito importante para evidenciar as desigualdades que caracterizam o mercado de trabalho e a sociedade brasileiras.
Desenvolver o conhecimento sobre as tendências de evolução desses indicadores, assim como sobre os obstáculos para uma inserção mais igualitária de mulheres e negros no mercado de trabalho é um aspecto fundamental das políticas que devem estar voltadas para a superação dessas desigualdades.
Por outro lado, a integração das dimensões de gênero e etnia à análise do mundo do trabalho ajuda não apenas a entender os problemas vividos por mulheres e negros e os fatores que os produzem, mas também a compreender melhor o funcionamento do mercado de trabalho em seu conjunto, assim como a dinâmica de produção e reprodução das desigualdades sociais no Brasil.
(visto e adaptado em 13/02/16).

QUESTÕES

1.      A desigualdade de gênero e etnia no mercado de trabalho pode resultar em outros problemas para a sociedade? Justifique.

2.      Quais soluções possíveis podemos propor para tai problema? Justifique.

3.      Você consegue ver alguma ligação entre a desigualdade de gênero e etnia no mercado de trabalho e ações de nossos governantes? Justifique.